Irozuku Sekai no Ashita kara


Tópico em 'Temporada em Andamento' criado por Best em 09/10/2018, 00:40.
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6 respostas neste tópico
 #1
[Imagem: pcjgcy9.jpg]

Ficha técnica:

Título: Irozuku Sekai no Ashita kara
Título alternativo: Sinônimo: | Japonês: 色づく世界の明日から | Abreviatura: -
Formato: Série de TV
Gênero: Drama, Magia, Romance (segundo MAL)
Obra original: Obra originalmente escrita para o Anime
Estúdio: P.A. Works (Angel Beats, Another)
Diretor: Toshiya Shinohara (Inuyasha, Kuroshitsuji)
Data de estréia: 06/10/2018
Previsão do número de episódios: -
Maiores informações: [Wikipedia (EN) | Wikipedia (PT) | MyAnimeList | AnimeNewsNetwork | AniList]

Sinopse MAL:  Set in the city of Nagasaki, the story takes place in a world where a miniscule amount of magic remains in everyday life. Hitomi Tsukishiro is a 17-year-old descendant of a witch family who grew up with stale emotions, as she lost her sense of color at a very young age. Feeling sorry for her granddaughter's future, Kohaku, a great witch, sends Hitomi to past, the year 2018. Through exchanges with her 17-year-old grandmother and her club members, the story follows Hitomi's growth as a person.
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 #2
O tema é muito massa veeei, as paisagens e a animação são bonitas pra caralho, como esperado da PA.
Estreia muito boa!!
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 #3
PRIMEIRAS IMPRESSÕES: IRODOKU 1~3


<introdução sobre mágica>

O termo "magia" vem sendo usado pela humanidade há muito tempo. Ele mudou de significado com o passar das eras, mas sempre desperta a curiosidade de qualquer que seja o indivíduo envolvido. O nosso ser clama pelo sobrenatural, ele busca qualquer coisa que seja diferente o bastante para abalar nossas rotinas, para mexer com os alicerces de nossa existência. Afinal, o mundo como o conhecemos é... chato, sem cor... Buscamos na fantasia algo que possa nos trazer divertimento numa vida pacata.

Só que, o que acontece quando essa mágica se torna parte do dia-a-dia? Quando ela perde aquilo que a tornava tão especial? Assim que ela se mescla com o que consideramos "normal", qualquer coisa passa a ser vista com os mesmos olhos entediados de sempre. E é justamente nesse mundo onde esse show quer se aventurar.

<beleza artistica da PA works>


E quando falamos de magia, visões espetaculares sempre surgem em nossa mente. Pode escolher sua ficção predileta, que você vai lembrar de grandes planícies repletas de árvores balançando ao vento; Fortalezas de pedra cercadas por monumentáis muros que se estendem por até onde os olhos conseguem ver; Caldeirões fumegantes que exalam uma leve bruma de cor suspeita, com bolhas estourando e gerando pequenos fogos de artifício a cada instante... Bem, vocês me entenderam, né?
O ponto é que uma história desse tipo precisa de um visual deslumbrante para acompanhar. E nesse quesito, estamos muito bem servidos.
O estúdio responsável pelo show, a PA Works, é famosa por sua belíssima animação e cenários de tirar o fôlego. Vou falar mais na parte técnica, mas a beleza é um dos fatores que faz com que o show funcione como deveria. Muito mais do que é mostrado no mundo, o próprio mundo te mostra que a mágica é real.

<personagens distintos e extremamente gostáveis>

Acontece que, para as personagens que estão lá dentro, esse mundo fantástico e fantasioso não passa de algo comum. Então quando paramos para ver como elas vivem... Não há nada inimaginável. Elas vivem normalmente, tem suas atividades corriqueiras e continuam tocando a vida como nós fazemos. Assim, mesmo com o fator sobrenatural que está arraigado ao cerne da trama, estamos lidando com um Slice of Life comum.

Nisso, acabamos caindo numa contradição: Queremos algo que nos cative por ser diferente, mas recebemos algo que é o mais pão com ovo das refeições. Pra fazer o comum ser cativante, é preciso algo que chame a atenção, mesmo sendo normal. E o que IroDoku entrega nesse quesito são suas personagens.

De novo, as personagens são pessoas normais fazendo coisas normais. O charme delas está em suas peculiaridades. Não só a sua aparência (que também é bem trabalhada), mas suas personalidades são postas a prova logo de cara. Elas não são portas falantes, ou pedaços de papelão em tamanho real, muito menos estereótipos ambulantes. Você percebe que elas foram muito bem pensadas, e nota a grande humanidade por trás de cada ação que elas tomam. Humanidade que faz com que você possa se identificar instantaneamente com cada uma delas, positiva ou negativamente.


<uso de cores tanto como ferramenta artística, como ferramenta de roteiro>

Outro detalhe que preciso dedicar um parágrafo pra falar é sobre as cores. O uso delas no show é muito mais do que como uma ferramenta artística para dar vida ao mundo mágico, como comentei até demais anteriormente. Ela é uma ferramenta de roteiro.
A protagonista, Hitomi, tem claros problemas psicológicos. A garota é introvertida, tem dificuldades em socializar, sofre por conta de preconceitos e pra melhorar a situação, tem sérios problemas de TER QUE LIDAR COM A TECNOLOGIA DE CINQUENTA ANOS ATRÁS. E apesar de não termos tido uma confirmação da série, fica claro que sua Acromatopsia (joguei no Google mesmo. É o nome da doença que faz com que você não enxergue cores e veja tudo em tons de cinza) é uma metáfora para sua visão de mundo.

Lembra quando eu comentei, no primeiro parágrafo, que um mundo chato é um mundo sem cor? É exatamente isso que a protagonista passa, e que o diretor quer passar. Em diversas cenas - cenas onde a garota está claramente de saco cheio da vida, com aquela famosa vontadezinha de morrer - o show faz questão de eliminar todas as suas belas cores para nos mostrar a visão dela. Fica clara a mensagem que quer ser passada.

<tema genérico mesmo com os twists, mas que acaba cativando pela simplicidade>

Com tantas personagens boas e que são feitas para nós nos apegarmos rapidamente, e uma direção honestamente excelente que consegue trazer todos os efeitos desejados, nós nem paramos pra notar o quão arroz com feijão o show em si é. Sério, se você parar por trinta segundos e juntar todos os pontos, vai ver que não tem nada de especial no animê. Como já dito, é um Slice of Life pão com ovo. Mesmo com suas peculiaridades, tudo é muito simples e acaba trazendo um enorme senso de tranquilidade para o clima da obra. Mas essa simplicidade acaba sendo um charme a mais que se soma a todas as qualidades já mencionadas.

<sinceramente não tô afim de escrever sobre a parte técnica, mas é bonito, direção top, músicas excelentes e dublagem top notch>

Um show que surpreende por ser bonito de se olhar e gostoso de se assistir, IroDoku fica como uma estréia 8/10 e me deixa muito ansioso por mais.
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 #4
mundo de fantasmas 4

Ah mano esse continua sendo um dos melhores do ano

A vó finalmente chegou e ela é demais. Gostei bastante do estilo descontraído mas levemente recatado dela. É interessante ver a visão dela sobre a magia e comparar com a visão da Hitomi, como as duas são bem diferentes mas bem parecidas ao mesmo tempo.

E fiquei impressionado com a reação das pessoas. É exatamente o que eu comentei: Magia é algo comum pra eles, então não tem muita surpresa. "Nossa vc veio do futuro? puxa ein" e foi só isso.

As coisas tão acontecendo aos poucos e isso é interessante demais pq vc vê o crescimento das personagens.

sério, mto bom
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 #5
mundo de culinária 5

incrivelmente essa semana também manteve o excelente nível do anime.

a Hitomi é muito boa mano vai se fuder. Ela mesmo com suas dificuldades e problemas se esforça tanto e dá o seu melhor pra fazer aquilo que ela precisa.
Como dito no próprio episódio, "posso enfrentar qualquer desafio".

Adorei quando ela finalmente conseguiu fazer o pózinho e ficou mó feliz "oq achou da cor???". Topson.

E esse episódio teve um foco interessante na Asagi. Já deu pra ver que eles tão querendo fazer um polígono amoroso aí e que vai dar merda no final...
Mas a gente não tá aqui pela intriga? Que forme um polígono amoroso.

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 #6
mundo de bruxas de madoka 6

Mano, esse episódio foi insano.
Tanto no sentido literal de perder a sanidade, quanto no sentido figurado de ser incrível.

A Hitomi tem uma personalidade um pouco difícil de lidar. Ela é muito sentimental e qualquer coisa já transborda. Eu entendo que ela já é naturalmente introvertida, e ainda tem que lidar com toda a situação de voltar no tempo e tal... Daí a pessoa que ela mais quer manter contato naquele momento (por conta das cores nos desenhos) dá uma dessas com ela...
Muitíssimo realista a reação dela. É claro que ela ficaria instável desse jeito.

Mas uma reação que eu achei pouco realista foi a do final do episódio...
Ela começou a ver cores e age quase que "deprimida"? Não entendo como isso funciona... A ideia que me passou durante os primeiros episódios foi justamente de que ela se importava tanto com o moleque lá por causa das cores. Ela não via cores, e era algo que ela já tinha desistido de ver, mas teve essa esperança que ele reacendeu nela e fez com que o garoto fosse tão importante...
Mas quando finalmente acontece, ela chega pra baixo, nem com um sorriso no rosto nem nada?

Estranho isso...

Mas só semana que vem pra saber agora.

grrrrrrrr eu quero mais
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 #7
za warudo de microondas 7 e 8

O episódio 7, focado na Kurumi, foi muito interessante. Até então, só tínhamos a visto como uma personagem "secundária" e de "alívio cômico" junto com o moleque do primeiro ano. Foi muito bom conseguir aprofundá-la e ver que ela é muito mais do que isso.

E no 8, foi algo bem mais geral... Apesar de ter sido sobre a Hitomi. Afinal, ninguém quer que ela vá embora, mas mesmo assim a Kohaku está se esforçando pra estar apta pra mandá-la assim que ela mudar de ideia.
Ou estava, não sei como esse final do episódio afetou a opinião dela.

Aliás, tenho que dizer que a parte dos "experimentos" foi muito engraçada kkkkkkkkkkk

Sinceramente esse anime tá ótimo, não sei pq não tem mais gente vendo
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