Reading - Mangás


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158 respostas neste tópico
 #151
Agora vai, bakas!

Progressos foram feitos.
Faz um tempinho já mas né


Codename: Sailor V (Completo em 2 Volumes)

Esse é o 'spin-off prequel' de Sailor Moon, contando a história da Minako, se aventurando por Tóquio como a solitária e bela guerreira em roupa de marinheiro, Sailor V, antes de encontrar suas colegas Sailors.

Eu, no geral, "Gosto" de Sailor Moon. Tem uma ambientação legal e as personagens são bacanas. Eu simplesmente odeio a Usagi e todo o draminha RETARDADO que ela faz o tempo todo.
E é por isso que eu gostei tanto de Sailor V. Ele mantém tudo de positivo do mangá original, REMOVE COMPLETAMENTE a existência da Usagi e todo o seu drama, e ADICIONA um novo conceito extremamente positivo, do 'humor romântico' da Mina.

Isso faz com que a obra spin-off seja ordens de grandeza melhor que a original. Mas com o nível que a tal original está, isso não significa muito. As coisas ainda acontecem de forma super aleatória (característica da série, já que estamos comentando), sendo resolvidas de uma hora pra outra, como se todas as 10 páginas de confronto pudessem ter sido dispensadas, se a Mina (ou as outras Sailors, na série principal) tivesse(m) feito o que fez no final, logo de cara.

Mas o que eu realmente gostei, foram os detalhes sutis que apareciam durante os capítulos, hintando sobre o fatídico encontro que estava destinado a acontecer. Aconteceram vários desses, pelo menos um pra cada uma das outras Sailors.
Fora que mostraram outros acontecimentos que são brevemente indicados de terem acontecido no passado, na série principal. É uma sensação muito legal.

Resumindo: É mil vezes melhor que Sailor Moon pq mudaram a protagonista pra uma personagem gostável. Continua com umas lutas super aleatórias, mas pelo menos são divertidas. A comédia que substituiu o draminha chato melhorou muito o clima da obra.

Só que mesmo assim, ainda é uma leitura meio arrastada, demorei pra terminar. Dou 6/10 pro mangá.


Arakawa Under the Bridge #2

Já esse, em compensação... Devorei o volume inteiro em duas horas, que leitura gostosa, puta merda.
Eu adorei os personagens novos que entraram no Cast nesse volume:
A Pi-ko é uma guria incrivelmente normal, pros padrões da ponte... Gostei dela, e o fato dela estar afim do Prefeito é simplesmente hilário. As planta são fodas d+
E a Maria é a melhor personagem do mundo, caralho. Eu MORRI DE RIR com ela, jesus amado do céu. As interações dela com o Ric e com o Sister foram d+++++. É um tipo de 'twisted' divertido de ver. É aquele que o personagem não tenta esconder sua personalidade. DIFERENTE DA LOLI (que até esqueci o nome já), que também cai nesse 'twisted', mas que é um tipo horrível e frustrante.

A primeira metade foi muito UGH FEELS, mas sem perder o bom humor característico em momento nenhum. Como o próprio @AcoyKujo disse pra mim, "MUITO MELHOR QUE MUITO SHOUJO". Fiquei super curioso pra saber sobre o passado da nossa protagonista, mas achei legal o fato do Ric respeitar a decisão dela.

A segunda parte foi hilária pra caralho, eu quase quebrei o estrado da cama de tanto que me contorcia rindo (sério). O Estrela 'interrogando' o Ric, com o Sister do lado; o Ric sendo taxado de vagabundo; A Pi-ko falando com os pimentões; O Sister abrindo um buraco COM UMA GRANADA;

Puta merda, que mangá sensacional.
Super ansioso pelo próximo volume.
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 #152
Bom, li algumas coisas nos últimos dias/nas últimas semanas.

Hellsing

Como postei no Tópico da Ostentação dia 07/10, comprei a coleção do relançamento de Hellsing da JBC, completo em 10 volumes com acabamento bom, papel bom, tradução revisada coisa e tal. Indicação do @Esteves, que havia dito que esse mangá valia a pena.

Curti muito. Gosto quando o autor não enrola pra contar sua história, criando vários vilões e sagas gigantescas. Hellsing começa despretensiosamente apresentando o Alucard, a Seras Victoria, a Integra, o Walter, o Anderson e outros, e então o desenvolvimento do plot real já começa. Logo nos primeiros capítulos já existem ideias que são aproveitadas para o desenvolvimento da trama envolvendo os Nazistas e todo o plano do Major. E quem não gosta de odiar nazistas? O plano e a motivação do Major são tão superficiais e piradas que fica muito divertido. Tem vários diálogos que não levam a nada mas são tão loucos que você ri ou sente a pressão. Várias páginas do Major recitando um poema de Guerra por razão nenhuma, simplesmente por ele querer ferrar com tudo. Muito bom.

E o Kohta Hirano é um doente. Sério, as melhores coisas são os comentários dele em cada volume. O cara é um nerd otaku dos infernos, com um senso de humor doentio e uma arte perturbadora. Os personagens são todos distorcidos, as armas são distorcidas, as cenas de luta são uma bagunça, o exagero gráfico é grotesco, a violência é doentia. Mas é tudo muito legal. E os personagens são rasos como um pires, e mesmo assim são bacanas. Se bobear a única que tem um desenvolvimento maior é a Sir Integra.

Gostei de todas as brincadeiras que o autor faz. As reviravoltas surreais (especialmente ali na reta final, após os Nazistas destruírem Londres), os personagens que morrem, as lutas sem sentido, etc etc. Tem um capítulo onde o Alucard e o Padre Anderson simplesmente SE ENCONTRAM PARA TROCAR UMA MENSAGEM, e antes de trocar essa mensagem eles caem na porrada por motivo algum. Só pra tretar mesmo. É muito legal isso.

Não é nenhuma obra prima, mas diverte muito. Como já disse acima, o Hirano é um cara muito doente e usa toda essa doença dele pra surtar loucamente. Ele várias vezes nos freetalks dizia "tenho total liberdade, faço o que quero e por isso essa história é uma loucura". E é verdade mesmo. É legal ver um mangá com temática de vampiros sendo tão diferente, violento e pirado como esse.

Mas de longe a maior genialidade é o simples fato da Seras usar minissaia desde o primeiro capítulo em que ela aparece e o autor fazer questão de não mostrar a calcinha dela em luta alguma. E então, no ÚLTIMO CAPÍTULO, ela dá um chute de perna aberta e paga calcinha. G-E-N-I-A-L.

Dou uma nota 8/10 fácil, fácil. Como eu disse, não é uma obra prima mas é muito honesto e divertido.

Green Blood

Esse é outro que comprei junto com Hellsing. Completo em cinco volumes, comprei mais pela vontade de conhecer uma obra desse autor (Kakizaki Masasumi). Todo mundo elogia bastante esse cara, e ele merece elogios mesmo. A arte dele é SURREALMENTE LINDA (não acredita, Google It), sem defeito algum. Realista, suja, ágil, detalhada, todos os elogios possíveis se aplicam a esse mangaká. A JBC fez um trabalho bacana em lançar esse mangá.

A temática desse mangá é bem diferente. Se passa nos Estados Unidos durante meados dos anos 1800, e conta a história de dois irmãos, Brad Burns e Luke Burns, em busca de vingança querendo matar seu pai. Na verdade começa estabelecendo uma história de gangues que se passa em Five Points, com o Brad Burns agindo como matador de aluguel (chamado de Grim Reaper), e seu irmão Luke sendo um cara inocente que desconhece o que o irmão faz da vida e tal. E aí a trama vai caminhando (sem mais spoilers) até chegar ao ponto em que os dois já estão maiores e partem pra jornada de vingança contra o pai, que é um chefão de uma gangue horrível. Resumidamente (bem resumidamente) é isso.

A ideia é boa, e como eu já disse, a temática é diferente. Os personagens são todos bacanas, e é legal ver um pouco de pesquisa histórica (mesmo que mínima) com relação aos Estados Unidos. Algo similar ao que o Araki faz com JoJo e tal (mas o Araki pira pra caramba baseado na história). O Brad é um baita personagem bacana, e o Luke evolui muito (apesar de começar sendo um pé no saco). É bacana como o autor mostra o quão crua era a sociedade nessa época, especialmente nos locais por onde eles passam (Five Points e seus bordéis, uma Aldeia Indígena, uma Fazenda isolada, etc), e como tudo isso vai se montando para culminar na chance de vingança dos dois.

Porém, senti que alguns capítulos foram meio massantes. Especialmente entre os volumes 2 e 3, um pouco da história foi ficando repetitiva e previsível, e melhorou nos volumes 4 e 5. O 5 foi apoteótico, mas essa queda no meio (não foi uma baita queda, só um deslize) me impediu de gostar ainda mais. Como eu já citei, a temática e a arte são impecáveis, mas acho que dava pra ter feito essa história em 4 volumes tranquilamente. Fiquei curioso para comprar Hideout, one-shot de terror do mesmo autor publicado pela Panini, e provavelmente acompanharei Bestiarius (outro mangá dele, e aparentemente o mais elogiado) quando a Panini publicar por aqui.

Dou uma nota 7/10. É bom, mas poderia ser melhor.

Assassination Classroom vol. 01

Aqui começa a shonenzada. Explico.

Estou afastado de mangás da Jump desde 2013, com o fim de Bakuman. Não acompanhei nenhum lançamento desde então, e mesmo na época eu só lia Bakuman, Toriko e Naruto. Retornei para ler o final de Naruto, mas não peguei série alguma para acompanhar desde então.

Comprei o primeiro volume de Assassination Classroom no impulso. Cheguei numa banca da Liberdade, ele estava lá em estoque, peguei. Eu fiquei sabendo na época que o mangá estava sendo um estouro de vendas no Japão, batendo One Piece e tudo mais, mas estava com zero interesse em ler isso. Meu gosto pra mangás mudou muito em alguns anos, e eu estava basicamente sem saco. Mas esse mangá é genial demais.

O humor é muito bom. As "cenas de ação" (se é que podem ser chamadas disso) são muito boas, e a forma como o autor utiliza o conceito da sala de aula que deve matar seu professor de diferentes maneiras é absurdamente boa. Tudo isso utilizando metáforas para criticar o sistema de ensino japonês, e essas críticas se aplicam ao sistema (especialmente o público) de ensino brasileiro também.

O Koro-sensei é a personificação do professor perfeito, o termo "assassinar" é usado banalmente servindo como metáfora para a aprendizagem, visando sempre tornar essa galera imprestável da Turma E num pessoal exemplar. Todo capítulo você acaba sentindo uma alfinetada no sistema de ensino, nos profissionais da área e tal, e isso torna a leitura ainda mais gostosa.

Ainda sobre o Koro-sensei, ele é um puta personagem foda, vtnc. As situações engraçadas envolvendo ele e a turma são muuuuito bem feitas e absurdas. Ouso dizer que é o mangá mais engraçado da Jump dos últimos 10 anos, de longe. E que também o sucesso que fez é totalmente merecido.

Gostei muito de abrir o segundo volume e ver o autor dizendo no freetalk: "Fiquei surpreso com a quantidade de cópias vendidas no primeiro encadernado. Porém, esse número absurdo não afetará o desenvolvimento da história jamais. Tudo que está planejado para acontecer entre Koro-sensei e a Turma E durante um ano até a destruição da Terra, acontecerá sem alterações. Obrigado a todos." Isso é uma coisa que eu respeito muito, como já citei acima sobre Hellsing. É o autor botando o pau na mesa e dizendo: vocês fazem shonens de lutinha infinitos, ou transformam suas comédias shonen em shonens de porrada? Foda-se, o meu é isso aqui, e vai ser isso até o fim. Merece respeito demais.

Dou fácil fácil uma nota 9/10 pra esse primeiro volume, e tende a melhorar. Fico curioso para saber se o autor manteve o bom nível até o final, no volume 21. Já estou com o segundo aqui e lerei em breve.

My Hero Academia vol. 01

Polêmica. Como também conversei com o Esteves (e ele não recomendou esse mangá), resolvi pegar pra fazer uma comparação básica com One-Punch Man e ver se todo o sucesso que ele vem fazendo no Japão é merecido.

Se for pra eu resumir esse mangá em uma única palavra, facilmente seria: cliché. Personagem fraco que possui uma motivação forte, um núcleo com o personagem estressado, a garota bondosa e o rapaz inteligente, um ídolo poderoso e um sonho de criança, situações em que o protagonista supera as pessoas ao seu redor usando métodos anormais... É tudo cliché básico de shonen. Mas a temática me agrada.

Logo na primeira página não consegui deixar de esboçar um sorriso ao ver o autor referenciando heróis DC/Marvel descaradamente. O All Mighty é uma mistura de Superman com Shazam, com a roupa do Cidadão Gládio e tal. A temática de super-heróis me agrada muito, e o autor é um mega nerd fã de quadrinhos americanos de heróis. Tem umas entrevistas dele no YouTube onde você vê a coleção do cara, cheia de action figures de heróis e tudo mais.

Claro que tem todo aquele clima de "Sky High: Super Escola de Heróis", a arte do cara é bem simples (mas bonitinha e bem detalhada), etc e tal. Porém, o primeiro volume foi bem acolhedor. Diálogos inspiradores, situações clássicas de gibis de super-herói na sua essência, com todo o lance de "um herói deve fazer o bem, e se sacrificar para isso" e tal. É algo que eu adoro nos meus gibis americanos de heroizinho.

O autor também usa várias referências a diversas épocas de quadrinhos, como quando ele cita o "uniforme da Era de Prata" do All Mighty, quando se refere ao background dos personagens como "Origens Secretas" (coisa clássica dos quadrinhos da DC), enfim. Acredito que esse seja o mangá ideal para fãs de heróis americanos, especialmente DC e Marvel, por ser uma grande adoração a esses personagens. O tempo todo eu senti que o cara estava homenageando esses heróis, mostrando o que significa a essência de cada um e tal.

Gostei muito da adaptação da JBC. Eles mantiveram todas as falas em inglês e traduziram tudo em japonês. Heróis com nome em japonês foram traduzidos (como o Floresta Mítica por exemplo), mas as falas dos personagens foram mantidas em inglês. Então é tudo cheio de "ALLRIGHT!", "MY BOY!" e aquelas falas engraçadas, especialmente do All Mighty e do Locutor que agora não vou lembrar o nome.

Mais uma vez, é tudo bem cliché. Mas é uma leitura divertida e despretensiosa. Esse primeiro volume me fisgou, e espero isso dos próximos: nada muito profundo, só uma grande adoração aos quadrinhos de herói americanos, lutinhas bem feitas e situações motivacionais. Acho meio cedo pra julgar. Ainda preciso de mais pra poder julgar. Ao contrário de Ass. Classroom, não achei genial, mas tem potencial e é bem bacana. Daria um 6,5 ou 7/10 para esse primeiro volume tranquilamente. Ouvi dizer que a partir do terceiro a coisa vai ficando mais séria e tal, e estou bem ansioso pra ver isso.
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 #153
Capítulo 87 do Shingeki no Kyojin foi interessante. E além de tudo comprovou que aquela foto que tava rolando sobre os titãs estava certa e também a teoria sobre o titã que comeu a mãe do Eren tava certa também. E aquele Gross é totalmente doente e teve o que merecia hahaha.  Curioso é que pelo visto só os eldianos podem se transformar em titãs. E claro que não é á toa que a forma titã do coruja é muito parecida com a do Eren.

Agora esperando o próximo capítulo com o coruja passando o poder pro Grisha! Ah, e aquele cabelo "acabou de acordar" da Mikasa hein?? kkk épico xD.
Spoiler:  
[Imagem: tIa3eHB.jpg]Confirmação de quem era o titã que comeu a mãe do Eren

E o capítulo 35 de High Score Girl foi muito bom também. Finalmente pegamos o final da batalha épica decida em três games: Samurai Shodown II, King of Fighters 95 e finalizando com o Darkstalkers' Revenge. Todas elas foram épicas, embora eu fiquei estupefato que um certo personagem recorreu ao Omega Rugal no KOF 95. Aquele Huitzil tava o capeta mas aquela jogada final do Bishamon foi linda. De qualquer forma, a Hidaka reforçou a paixão dela tanto pelo amor quanto pelos games. 
Spoiler:  
[Imagem: cl14xaA.png]E o terrível confusioner do Huitzil

Deu até vontade de jogar de novo o Darkstalkers' Revenge

Nem preciso dizer que a minha main é a Morrigan, embora eu também gosto de jogar com a Felicia. Bem que poderia rolar um novo Darkstalkers né senhora Capcom..
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 #154
Usando a falta de acesso a internet pra ler bastante:

Rustblaster

Mangá (volume único, 6 capítulos) da Yana Toboso, autora de Kuroshitsuji. Foi a primeira obra dela serializada, programada para ter somente 6 capítulos mesmo, e é bem genérico. Mas diverte. Trata de vampiros (no way), de uma forma bem gay e com baits de BL, mas também entretém bastante na leitura. Passou o tempo bem, apesar de ser bem genérico. Mas valeu ter comprado. Teve umas lutinhas legais e uns personagens bem divertidos. Mas é mais pra menininhas mesmo.

Nota 6/10.

Zetman vols. 01 a 03

Bom! Curti bastante esse início da obra (que tem 20 volumes, e já saíram 15 aqui no Brasil, to mega atrasado), e fiquei bem surpreso com o desenrolar da trama nesse começo do mangá. O Jin é um personagem bacana, e apesar de ter visto muita gente reclamando do Kouga, eu tô curtindo MUITO ele também. A Konoha não fede nem cheira.

Acho que tem bastante potencial de ser um seinen bem legal de sci-fi com muita ação, caso o autor não perca a mão em alguma parte. É bem pesado, com bastante morte, violência sexual e tal, do jeitão de qualquer seinen, mas a trama prende. E a arte do Masakazu Katsura é linda demais. Fiquei com vontade de ler Video Girl e D.N.A². Talvez eu compre algum deles.

Tem vários mistérios que o autor deve explorar aos poucos e que são muito intrigantes. Um potencial absurdo, que começou de uma forma que já me agradou muito.

Nota 8/10 por enquanto.

My Hero Academia vol. 02

Esse surpreendeu. Achei o primeiro volume meio morno, como comentei acima, com um jeitão bem cliché de shonen, mas esse aqui senti uma baita evolução. Foi muito legal ver outros personagens sendo explorados, e a forma criativa que o autor usa os poderes de cada um ali também é muito legal. Comprei ainda mais o drama dos protagonistas, especialmente do Izuku, que é um amor de personagem.

Algo legal nas edições encadernadas do mangá são os comentários do autor. Entre os capítulos ele usa sempre uma página para aprofundar o universo que ele criou, sempre explicando algo tipo "com tal idade as pessoas com poderes fazem tal coisa", ou "com o advento dos dons, foram criadas tais lojas para tais coisas", e até sobre a produção de roupas desse universo ele faz questão de comentar. Enquanto a história em si segue sendo um shonen de ação bem criativo, com vários clichés básicos de shonen, o autor tenta dar uma profundidade a mais para o universo nas páginas extras, e fica bem legal.

Achei vários personagens que começaram ser explorados nesse volume muito legais. Não decorei o nome de muita gente, mas a garota sapo, o carinha que joga bolinhas grudentas da cabeça, o cara que tem o poder nas pernas e tal... Um núcleo de personagens super legal, que divertiram muito na leitura.

Fiquei até com a mente mais aberta pra ler esse mangá, que peguei bem receoso e de má vontade pra ler (esse volume, no caso). Digo logo que tá me entretendo e divertindo BEM MAIS que One-Punch Man, que eu leio pela ação mas não dou risada de quase nada...

Por enquanto, segue com o 7/10, mas já com carinha de 7,5 ou 8.

Slam Dunk vol. 01

Puta que pariu. Foda.
Leiam, só isso.

10/10
Responder
 #155
Como fiquei sem interwebs, peguei pra ler uns mangás que tavam na fila de espera.

Arakawa debaixo da ponte vol4

Eu mesmo me surpreendi quando descobri que não tinha lido o volume 4 ainda. Arakawa é o único mangá que, até agora, eu pegava pra ler instantaneamente ou o mais rápido possível depois de comprá-lo. Se não me falha a memória, o que aconteceu é que eu peguei esse vol4 lá na CCXP e foi uma época que eu estava atolado até o cu de prova, então não podia me dar ao luxo de ler. E depois que acabaram as provas, eu fui pra atibaia passar minhas férias, voltando só no meio de janeiro, que então já tinha esquecido do mangá -q

Mas que bom que peguei pra ler agora. Arakawa continua hilário pra caralho. E é um tipo de humor que te pega desprevenido por conta do layout do mangá. Tu fica duas páginas lendo uma preparação pra qdo vira pra próxima, dar de cara com a punchline. Queria ver como eles deixaram no anime.

E esse volume trouxe várias informações interessantes. Vimos a "verdadeira identidade" do Estrela e possivelmente do Prefeito também. Vimos lados até então desconhecidos do Ric e do pai dele. O mano até que parece ser legal, lá no fundo. Nesse breve 'desenvolvimento' focado no velho, já deu pra imaginar um pouco pra onde que isso tudo vai.
E claro, as referências a Hokuto no Ken que foram extraordinárias.

Gosto muito da Maria, e ela ter uma participação até que grande nesse volume foi legal. Ela é tipo espiã russa ou algo do tipo, hahaha.
Falando em nacionalidade, o "Eu não entender seu idioma" simplesmente me matou, pqp eu fiquei uma meia-hora rindo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Tem coisas que eu não peguei pra ler ainda, mas consigo dizer com certa segurança que Arakawa é provavelmente o melhor mangá em publicação aqui no Brasil atualmente.



Slam Dunk vol1

Também peguei o primeiro volume de Slam Dunk pra ler, e puta merda que bagulho foda.

Adorei a arte do mangá. É um tipo de desenho que mostra claramente "olha eu sou dos anos 90 tá vendo todo o meu século 20 aqui?", e que fica ótimo quando colocado no papel. Não sou fã desse tipo de arte animada (tanto que não aguento assistir animes velhos por causa disso), mas lendo o gibizin japonês o bagulho é bem legal. Não sei se numa obra mais séria/focada em ação eu teria a mesma reação (provavelmente não), mas ambas as obras que eu li dessa época (Codenome: Sailor V; e agr Slam Dunk), que apesar de possuirem cenas agitadas e de ação, tem um foco grande na comédia e no dia-a-dia, eu gostei bastante do estilo.

Teve muitos momentos que o cara escreve uma piada, passa umas 2 páginas construíndo a punchline, e eu me acabo de rir pela expressão do personagem, e não pela piada.

Adorei o protagonista. O jeitão dele me lembra muito do pouco que eu assisti de Yuyuhakusho (foi bem pouco mesmo, não devo ter passado do epi10). Talvez seja por conta de ambos terem um traço parecido, e serem delinquentes que vivem fazendo piada por ai. De qualquer maneira, gostei bastante dele, e não só dele, como do "amigo principal" dele. Os "etc" eu não liguei muito, e acho que isso é até proposital.

O primeiro volume foi bem introdutório, como era de se esperar. Ver que o maluco não sabe PORRA NENHUMA de Basquete me deixou puto e alegre ao mesmo tempo. Não sei explicar o motivo, mas essa informação me deu uma mistura de sentimentos engraçada. Acho que botar o cara literalmente no fundo do poço é uma forma interessante e porca ao mesmo tempo de fazê-lo ter progresso com o passar do tempo. É legal pq o cara saiu literalmente do nada, mas é ruim pq ele era literalmente nada antes, então qualquer coisa é um progresso lol.

Ainda não tivemos uma "sequência de basquete" de verdade. O mais próximo que chegamos foi a disputa dele com o Goril- er capitão, mas como foi um mano-a-mano e ainda sem regras nem nada do tipo, não deu pra ter uma noção de como uma partida séria seria retratada, por exemplo.
Mas o volume dois já vai começar logo de cara com a partida dos Calouros x Veteranos, então estou ansioso pro próximo.

AH SIM
Eu tenho que comentar que preciso aplaudir de pé a Panini por uma única escolha de tradução:
"Basqueteiro"
PUTA QUE PARIU KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK EU SIMPLESMENTE MORRI DE RIR COM ESSA MERDA, JESUS AMADO QUE EXCOLHA GENIAL

EU TÔ NO TIME DE BASQUETE DA QUÍMICA E NOIS FAZ PIADA MELHOR DO QUE JOGA (E VCS SABEM COMO SÃO MINHAS PIADAS NÉ), AI NOS TREINO A GENTE FICA FALANDO MERDA, TIRANDO SARRO DO OUTRO E ETC
DIRETO NOIS FALA "AH RELAXA QUE AQUI É BASQUETERO, AQUI NOIS MANJA DOS BAGULHO TODO, BASQUETUDO DEMAIS EU"
QUANDO EU LI O CARA SE AUTO-PROCLAMANDO "BASQUETEIRO" EU SIMPLESMENTE MORRI, NÃO DEU PRA AGUENTAR KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

TÁ DE PARABAINS D++++ PANINI

Enfim, gostei bastante do primeiro volume, e vou colecionar com certeza.
Responder
 #156
A Cidade da Luz (Hikari no Machi)

Meu terceiro contato com Inio Asano. Solanin me emocionou absurdos, Nijigahara Holograph me deixou chocado, e Hikari no Machi foi um meio termo.

A premissa é boa: contar várias histórias que giram em torno dessa "cidade da luz", daquele jeito poético e metafórico do Inio Asano, que conversa de forma diferente com cada leitor. É impossível terminar de ler e dizer "este mangá fala sobre isso", pois é algo bem particular. Acho que cada pessoa terá uma interpretação diferente.

A arte, sem palavras né. O cara desenha MUITO. Tenho certa dificuldade com alguns visuais de personagens, mas é problema meu, pois a arte é impecável. Do começo ao fim, não tem um único momento ruim. Os personagens que o Asano explora nesta história vão se encontrando no desenrolar dos contos (são vários temas divididos em capítulos), e é bacana ver como ele repete os cenários pra deixar claro que todos os contos se passam na mesma região.

E esses personagens, como em todas as obras do Asano que li até agora (well, não foram muitas mas beleza), são bem tridimensionais. Não dá pra sair apontando como "este personagem é mau", ou "este é bom", pois as histórias vão revelando coisas sobre cada um deles que fazem você questionar até sua própria sanidade. Nada é preto no branco, todos são rodeados por seus problemas, e como sempre, todos são muito humanos. Cheios de falhas e erros durante suas vidas.

Isso fica bem claro em basicamente todos os personagens. O mangaká atrasado, o garoto que acompanha suicidas, a garota que foi perseguida por um stalker, o stalker que na verdade tem um bom sonho e foi enrolado pela garota, o amigo do stalker que divide a mesma casa e filha (melhor parte do mangá é a relação dos três, os dois pais e a garota), o garoto que ~pelo que eu entendi~ é a reencarnação do namorado falecido de outra garota... Cara, é incrível. É incrível a capacidade do Asano em criar personagens únicos, com suas características nítidas mas também tão obscuras, de forma que você passa a se interessar cada vez mais pelo rumo que as coisas tomam. É algo verdadeiramente fantástico.

Meu ÚNICO ponto fraco pra este mangá (além dos probleminhas da arte que não comentei a fundo pois é questão de gosto pessoal, e parte da leitura truncada no início e no último capítulo), é o acabamento porco da Panini. Lançaram este mangá (por questões contratuais, já que o contrato foi feito há pelo menos uns 4 ou 5 anos) em papel jornal, e sinceramente, é o pior acabamento gráfico que qualquer obra do Asano já recebeu no Brasil. Merecia um off-set ou um Luxcream. Fazer um volume único desse, com acabamento de mangá de banca (todo molinho e custando pouco) é um pecado. Ficaria lindo ao lado de Solanin e Nijigahara (engraçado que os três mangás do Asano saíram por editoras diferentes) caso fosse melhor trabalhado graficamente. Entretanto, a tradução e edição estão impecáveis.

Acho que vale um 9/10. Não é uma obra-prima como Solanin, nem algo absurdo (e confuso) como Nijigahara, mas pra mim é um baita mangá. Obviamente, não irá agradar a todos, mas determinados momentos mexeram comigo. E acho que no final é isso que significa ler os mangás do Asano.
Responder
 #157
One Punch Man cap 84.1, 84.2 e 84.3

Cara eu fico tipo o mês inteiro só pensando "caralho será que já saiu mais algum capitulo, não aguento mais esperar", mas ontem quando eu pensei finalmente tinha saído e saíram 3 fodendo capítulos. Logo abri um sorriso.

E o que dizer desse capitulo?
Essa luta do Bang x Garou foi muito linda, tipo muito mesmo, eu não canso de falar isso mas sério que mangá mais bem desenhado da porra, as cenas de ação são todos muito legíveis você consegue entender muito bem cada movimento. Simplesmente 10/10. Ta, mas o capitulo não foi só lutinha bem desenhada, o Garou finalmente teve mais um pequena transformação nessa luta, e puta que o pariu, ele já está a mais um passo de virar monstro... não vejo a hora dele começar a lutar com o Saitama, vai ser épico. E durante o processo de transformação dele teve aquele flashback de quando ele era criança, ai a gente pode ver mais um pouco mais do porque ele escolheu esse lado (o que não é muito justificável), foi bem interessante.

Na segunda parte do capitulo aquela Centopeia Anciã apareceu, e teve duas cenas muito fodas do Bang e outro velho que esqueci o nome, e a luta toda do Genos onde ele de novo superou os limites dele foi muito foda, mas ele acabou perdendo, o que foi uma pena só que eu entendo que foi por um bom motivo, senão o Saitama não tinha aparecido pra dar o soco sério dele ksksksksks, e claro o King também que provavelmente vai ficar com os créditos por isso né kskskskskskks

Esse mangá é genial demais :'3


Black Clover

Poisé caras, eu só to lendo mangá de porrada. Recentemente saiu o anime disso, e eu achei a premissa muito boa porém o anime parece bem enrolado e ainda tem o mc que grita demais, então resolvi dar uma chance. Não vou mentir, eu quase desisti nos 10 primeiros capítulos se não me engano, tanto é que eu enrolei muito para ler eles, porque tava bem ruinzinho.
Mas depois o negocio começou a fluir, começou a ficar gostosinho de ler porque sabe com é né, acho que é o negocio mais cheio de clichês que eu já vi, e ainda tem um monte de coisa que lembra muitos outros anime tipo fairy tail, naruto, bleach e one piece, e nos últimos capítulos apareceu um personagem novo que lembra muito o Hisoka ekaspoekaspoekpoasek. Então é só o autor saber usar os clichês a favor da historia.
Só que eu ainda acho que esse autor exagera demais em algumas lutas, poderia dar uma maneirada e investir um pouco mais no desenvolvimento dos personagens, ai ficaria 10/10. E também parar um pouco de querer meter o Asta em todas as batalhas que acontecem... tudo bem que ele é o personagem principal, mas não precisa ficar forçando a barra assim, existem muitos outros personagens que o autor poderia ter colocado no lugar dele
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 #158
Helck - FIM

Helck estava com 9 quase chegando no 10 antes da metade desse arco final. Deu uma descida pra 8 no final das contas por causa da segunda metade do arco final mas ainda assim é um mangá notável. Meu problema com o final foi apenas a execução, os acontecimentos são bons ao meu ver mas a maneira na qual eles foram apresentados nem tanto. Na pratica esse arco final ficou muuuuuuuito grande ao ponto de que já não dava pra continuar se importando com as coisas e ficava sempre parecendo que ia acabar mas não acabava. Um mangá que eu estava lendo vários capítulos por dia com gosto acabou ficando massante de ler com essa enrolação toda. Outro problema foi o epilogo ser muito pequeno. O Helck salva a Alicia e... Eles não confessam amor, ninguém pede ninguém em casamento wtf. Não exploraram nada de como a historia mudou os personagens e seus relacionamentos, a relação da Vamirio com o Azudora certamente não é igual depois de tudo isso. Eu sei que vai ter sequel em breve mas mesmo assim foi um final horrível ao ponto de descer 90 caps de historia que merecia 10 pra 8.
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 #159
Voltando a programação normal da minha leitura (por pouco tempo, pq o vol3 de Re:zero já já sai), retorno a:

SLAM DUNK, vol.4

Aparentemente eu não comentei nada sobre os vol2 e 3, que estranho.

Enfim, oq eu tenho a dizer é que Slam Dunk continua sendo um mangá muito bom. Gostei pra caralho da leitura.

É um negócio que é rápido de ler, e não cansa. Eu li o volume inteiro em uma semana, lendo só no meu trajeto de 20min no trem, e só na ida.
E olha que na quarta-feira eu não li, então deu tipo 1h20 de leitura pro volume todo.

Esse volume foi o "desenrolar" do primeiro amistoso da Ryonan, e eu tenho que dizer que foi bem melhor do que eu esperava.
Digo, no quesito "jogabilidade".
Não sou mto fã de anime/mangá de esporte pq normalmente tem umas parada super sem noção, poderzinho, aura, explosão e os caralho a quatro.

O 'jogo' de Slam Dunk foi incrivelmente... Realista. Fizeram jogadas reais e tudo mais, sem muito exagero.
Claro que tem forçação de barra, tipo o Sakuragi fazer coisas fodas msm sem saber o básico do jogo (e isso é até explorado no volume, então conto como ponto positivo no geral), ou uns cortes/passes que tu precisaria ser da NBA pra fazer entrar.

Gostei do jeito q eles retrataram o "drama" de estar atrás num jogo. Eu entendo mto bem como é, a gente tá sempre perdendo kkkkkk

E interessante como foi explorado as capacidades do Sakuragi. Ele não sabe quase nada de basquete, mas em contrapartida ele tem uma capacidade física muito boa. Ele é forte, rápido, tem bons reflexos e tudo mais. Então oq ele faz em quadra é usar, espertamente, aquilo que ele tem a disposição.
Ok, ele não tem técnica e não sabe jogar. Mas ele é muito mais forte e mais rápido que os adversários, então ele usa isso ao favor dele. Ele pula mais alto que os outros, corre mais rápido que os outros, e ele consegue dar um gás nos adversários por pura PRESSÃO.

O Sakuragi vai se tornar um puta de um jogador.

tenho outros TRÊS VOLUMES atrasados pra ler, então vamos correr atrás antes que rezero volte
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