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Tópico em 'Jogos & Consoles' criado por martec em 08/04/2014, 08:38.
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292 respostas neste tópico
 #1
Fale o que você está jogando.
Pode ser jogos desde consoles até jogos de smart phone...
Responder
 #2
Okay, o jogo é de 2013 mas ainda é válido e eu quero fazer uma damn review então foda-se -q

Como um bom fag de Bioshock a ponto de quase cultuar Rapture, nada mais sensato que que ir jogar o terceiro, porém não-sequencial, jogo da franquia. Tava esperando uma oportunidade pra comprá-lo na Steam, mas mesmo depois de um ano de lançamento os quase 100 risos não baixaram. Depois de um fim de semana no qual ele teve 75% de desconto e eu não tinha dinheiro pra comprar, dei rageket na moral e baixei o maldito no TPB.
P.S.: ainda planejo comprá-lo assim que tiver dinheiro

Nunca fiz uma review de um jogo, então farei isso por partes.

Spoiler:  
Jogabilidade
A jogabilidade é legal e bem dinâmica. Os controles pra acesso dos plasmids vigors e armas são bem práticos, porém ainda não ganham da divosidade que são os controles do Bioshock 2 <3
Mas zuaram com a possibilidade de se ter apenas duas armas. Nos Bioshocks anteriores, você tinha uns 15 plasmids diferentes [apenas uns 5 úteis, btw] e quase 10 armas. No Infinite você tem 8 vigors, apenas uns 3 ou 4 realmente úteis, e 2 armas. Claro, existem diversos tipos de armas no jogo, mas você só pode carregar duas por vez. Welp, guess it was to make thing more realistic... Mas ainda assim, não gosti. Principalmente quando dei load ontem e tinha perdido minha carabina melhores armas Icon_cry
De resto, é tranquilo. Elizabeth é uma santa mão na roda, te suprindo com salts [o EVE daqui], munição ou kits de cura, fora que ela toma conta do seu próprio nariz durante as batalhas. Espero que ela mude o conceito de companions daqui pra frente nos jogos.

Personagens
Infinite tem personagens muito carismáticos. Os enigmáticos irmãos Lutece, a romântica [R maiúsculo~] Lady Comstock, a revolucionária e psicopata Daisy Fitzroy, e claro, os protagonistas.
Booker é de longe o protagonista de um jogo mais interessante que já conheci. Até então esse posto era ocupado pelo Ico rs [não me façam escolher entre Yorda e Lizbeth, btw]. Booker tem uma personalidade própria, às vezes chegando a ser um pé no saco -q, bem diferente dos vazios protagonistas dos Bioshocks anteriores. O jogo te dá várias escolhas pra se fazer, embora nenhuma altere o final como nos antecessores, mas todas servem para mostrar a personalidade do Booker e como ele interagirá com a Elizabeth. Vale ressaltar que, independente de x escolha feita, o jogador não por alterar a personalidade do Booker, o que o torna ainda mais interessante. Você fica com vontade de ver como ele, e como a Elizabeth, claro, lidarão com os eventos da história.
ELIZABETH É MUITO WAIFU
Ela é quase a clássica princesa presa numa torre, que nunca teve contato com outras pessoas e é protegida por um dragão feroz. No caso, a torre é uma estátua, o dragão é um Big-Daddy-pássaro-gigante e a princesa não é uma vadia que dá pro primeiro príncipe encantado que aparecer pra salvá-la.
O objetivo de Elizabeth é fugir de Columbia, onde esteve presa durante toda a vida, e ir para Paris, que ela aprendeu a amar e idealizar com o intenso contato que teve com livros durante sua "estadia" na sua torre. Booker, numa certa ocasião, diz que a levará para Paris e na verdade tenta levá-la para NY para concluir seu contrato, o que acaba causando revolta no jogador. Tudo que acontece com a Elizabeth é o que dá a devida emoção ao jogo. Se ela está feliz, você está feliz [como na cena em que ela descobre que pode enfim dançar com outras pessoas, muita fofisse Wub ]; se ela está triste, você está triste; se ela está com raiva, você está com raiva. Ela é mais que um personagem ou mais que uma companion [bem mais que uma Ashley da vida, ainda por cima]. Lizbeth é muito viva, quase palpável. Suas expressões, seus ideais, sua voz... tudo nela é muito... surreal, como se ela saísse da tela - ou como se ela o fizesse entrar no jogo. Plausível e curioso, considerando o papel dela na história. Numa cena em que você tem a opção de fazer o Booker tocar violão na favela, Elizabeth começa a cantar. Aquilo foi tão, tão lindo e emocionante. E depois, quando ela tem que abrir de sua liberdade e voltar a ser aprisionada para salvar o Booker e você vê lágrimas escorrendo pelo seu rosto... é, no mínimo, doloroso.

Ah, os personagens são ótimos, então o plot e 1000/10? Não.

Enredo
Esperava algo Rapture de Columbia e em parte tive isso. Algumas críticas sociais, políticas e mesmo comportamentais, nada muito ferrenho como o que foi feito com Rapture, mas suficiente. A história, na maior parte do tempo, foca no paralelo entre ditadura e revolução, enquanto isso encobre, aqui e ali, os mistérios acerca da existência da Elizabeth. E essa parte é bem interessante. Você já chega no jogo com a imagem de Columbia como uma cidade fundada no fanatismo religioso, com um líder tão fanático quanto e que, ainda por cima, é um ditador racista. Então, num determinado ponto, você se encontra com Daisy Fitzroy, líder do movimento revolucionário Voz Populi, e percebe que seus ideais são meio violentos. Entretanto, quando você tem que ir para a favela, você percebe a situação em que as camadas mais baixas, e principalmente a população negra, vivem. Nesse momento, não há como não corresponder aos ideais da Vox e, assim como a Elizabeth, você passa a apoiar o ideal deles, mesmo que com um pé atrás. Depois, quando você vai para um mundo onde a Vox consegue efetuar sua revolução, você percebe que Daisy e Comstock são farinha do mesmo saco: este um ditador com argumentos baseados na religião, se dizendo o profeta e conduzindo a sociedade a cultuá-lo; aquela, uma ditadora com ideais políticos violentos, mas que sabe falar bem, conduzindo o povo a morrer pelos interesses dela enquanto pensam que estão morrendo por uma causa nobre: a sua liberdade [o que acaba não sendo muito diferente do conceito cristão de morte, "uma liberdade da vida terrena de sofrimentos e pecados"].
E então, quando tudo se resolve, temos um duplo divisor de águas: o corte de cabelo da Lizbeth cry:
Ali, a história muda seu foco, colocando a questão da existência da Elizabeth sob os holofotes, e também a própria percepção dela acerca de Columbia e do próprio mundo muda, o que causa um impacto enorme na sua percepção do universo do jogo, também. Fora que wow, a fofinocente Lizbeth com seu rabo de cavalo e sua saia justa abriram espaço pra um mulherão determinado, com seu cabelo quase rebelde e seu vestido omfg. Coisas desse tipo que me fazem amar mídias steampunk-like assim Wub
Então, a história segue. Elizabeth e Booker querem fugir de Columbia, mas não sem saber a verdade antes. Então uma teia de "flashbacks" a la Bioshock começa a se desenvolver. Voxofones, diálogos sobre o passado, tears que mostram acontecimento anteriores. Os acontecimentos levam Elizabeth a conhecer mais sobre si, e ao mesmo tempo ficar com ainda mais dúvida sobre o quê ela realmente é. O foco, então, se dirige para a perseguição do líder de Columbia, Comstock.
Mais pra frente, Comstock morre, deixando no ar que Booker tem as respostas para as dúvidas de Elizabeth. Este, com memórias de vários mundos se emaranhando na sua cabeça, decide que vai provar que Comstock estava errado. Como isso levará Elizabeth a conhecer a verdade sobre si e também dará chance deles de saírem de Columbia definitivamente, já que eles pretendem destruir o único obstáculo para que os poderes da Elizabeth atinjam seu potencial máximo, possibilitando que ela crie uma abertura para um mundo onde não exista uma Columbia ou um Comstock, o foco final da história é decidido.
Depois de uma batalha contra a frota aérea da Vox, que quer destruir o zeppelin de Comstock, no qual Elizabeth e Booker estão, eles finalmente destroem o obstáculo e Elizabeth tem seus poders. Songbird, o dragão, estava sendo controlado por Booker [esqueci de citar, num certo momento Booker e Elizabeth se separam, a parte que disse ser dolorosa ali em cima, e então Booker é "levado" para outra dimensão. O jogo fica MUITO bizarro, já que você joga num sanatório e não sabe dizer se aquilo é real ou não, e, plot twists, encontra uma Elizabeth comstockada: psicopata, ditadora e velha. Ela destrói NY, inciando o plano de destruir "a Sodoma Inferior", que seria o mundo -todo- abaixo de Columbia - que na verdade é uma gigantesca nave de guerra. Arrependida de ter se tornado o que se tornou, Elizabeth velha dá pistas para que e a Elizabeth nova não se torne ela, e então leva Booker de volta para o mundo onde eles se separaram. Elizabeth, depois de passar por intensas sessões de tortura para não acessar seus poderes e para aceitar ser a filha falsa de Comstock, decide que matará o "pai" e descobrirá a verdade sobre si]. Então voltamos aonde parei. Songbird tenta um ataque final contra Elizabeth e Booker, mas a diva ali abre um portal imenso e os transporta para onde? TA-DA: RAPTURE. Quase gozei nessa parte. Songbird, ficando do lado de fora das placas de Ryanium, é destruído pela pressão da água.
Então o jogo fica psicodelíssimo. Elizabeth pode abrir portas pra infinitos mundos e compreende todos ao mesmo tempo. Ela então, já sabendo da verdade sobre si, assume a responsabilidade de mostrá-la a Booker, já que essa também seria a verdade dele. Resultado, Booker e Comstock são a mesma pessoa e Elizabeth é Anna DeWitt, filha de Booker, a quem Comstock comprou -yeah- para que se tornasse sua herdeira.
Bug? Sim.
Elizabeths de várias dimensões surgem e afogam Booker no rio em que ele foi batizado. Depois dos créditos, Booker acorda no seu apartamento em NY e escuta o choro da pequena Anna no seu quarto, aparentando que tudo acabou bem. Como essa parte foi muito LSD e eu perdi vários diálogos importantes durante as batalhas do jogo, recorri à wiki. Depois de ler metade dela, até que tudo faz sentido, sim. Mas o final ainda foi decepcionante. Esperava um final feliz, algo que no mínimo me fizesse chorar como o good end de Bioshock 1. Algo digno dos sentimentos que a gente constrói pela Elizabeth. Mas nada disso foi correspondido. Além de que eu esperava um romance entre os dois, pois tudo indicava isso, Elizabeth não se libertou, não foi para Paris, e acabou de certa forma odiando aquele que foi sua esperança e também sua tormenta. No fim das contas, Comstock acabou concluindo seu plano: Elizabeth se tornara como ele. Não fanática, não violenta, não racista. Mas fria, mórbida e esguia. A Elizabeth sonhadora, inocente e também determinada, aquela personagem vívida por quem a gente se apaixona, foi corrompida e se tornou, sei lá, mais uma por aí.
Apesar de tudo, ainda não consigo não amar a Elizabeth. Existem várias Elizabeths, então posso assumir que pelo menos uma delas continua sendo muito waifu, continua sendo aquela personagem fascinante que te leva pra dentro do jogo, ou que sai de dentro dele para se colocar ao seu lado. Talvez ela seja a Elizabeth original, a única que não desaparece depois que Booker/Comstock é "morto". E é essa Elizabeth que protagonizará Burial at the Sea, o DLC que faz a conexão final entre Rapture e Columbia, e que irei jogar já.
Detalhe: o que diferencia Booker e Comstock foi um batismo que ele recebeu. Booker recusou o batismo, tornando-se o homem que vemos durante o jogo, e Comstock o aceitou, tornando-se um fanático e construindo Columbia e enfim. O Booker que vemos de volta a seu apartamento com a pequena Anna é
uma versão dele que nunca passou nem perto de receber o tal batismo, talvez ali tendo o seu final feliz.



No fim das contas foi uma experiência que valeu a pena, e ainda tem mais história a ser descoberta. Por enquanto, meu juízo semifinal será 09/10
Responder
 #3
@Nameless

Tenho um amigo que adora Bioshock também e é engraçado que os pontos do jogo que você elogiou são os mesmos que ele comenta -q

-------------------

Bem, não tinhamos um tópico desses no outro fórum mas achei a ideia ótima. Estava querendo compartilhar minhas emoções ao jogar persona através de prints.

Katsuragi Keima incorporou no Minato

Spoiler:  
[Imagem: 81gqo.jpg]

Trolando meus kouhais

[Imagem: 7uHQ4]

Despertador mais moe não há

[Imagem: 7uHw6]
[Imagem: 7uIif]

extra

[Imagem: 7OGOM]
Responder
 #4
(08/04/2014, 18:26)Esteves Escreveu: @Nameless

Tenho um amigo que adora Bioshock também e é engraçado que os pontos do jogo que você elogiou são os mesmos que ele comenta -q

Acho que a opinião acerca das qualidades da franquia em geral é meio unânime entre os fags cry:
Responder
 #5
HIGH SPOILER-ISH CONTENT.
SE TU NÃO JOGOU A FRANQUIA BIOSHOCK, SOME DAQUI >:c
E vai jogar, claro, melhores gaymes.

Spoiler: Burial at Sea  
Santo final revoltante. Colé, Irrational. Colé, 2K?
Nunca cheguei a esse ponto, mas a Lizbeth merece fics de um final feliz.
E com o Booker.
Não me importo de apoiar uma situação incestuosa bizarra, que não tivessem dado aquele desenvolvimento de navio [afundado, no caso. Ou mesmo aéreo, sei lá...] pros dois.

Burial at Sea Episode 1 foi bem... Bioshock 1-esco, tirando que tu ainda só pode ter duas armas. Elizabeth a la anos 50 contrata Booker, que ali é um detetive, para irem atrás de Sally, uma little sister que é uma espécie de parente em espírito do Booker. Resultado: tudo era um plano de vingança da Lizbeth e dos Lutece para aniquilar o último Comstock.

Burial at Sea Episode 2 explica TODAS as lacunas da franquia, especialmente aquelas que conetam Rapture e Columbia. Aprendemos que o Suchong conseguiu uma máquina semelhante à dos Lutece e consegue atravessar as tears, e, fazendo um acordo de pesquisa e negócio com Jeremiah Fink, ele passa a fabricar plasmids bebíveis, que em Columbia serão vendidos sob a alcunha de vigors. Aprendemos que Daisy Fitzroy nunca planejou matar o filho de Jeremiah e tudo foi um plano dos Lutece para que a Elizabeth se amadurecesse [tornando-se uma assassina, puberdade pra quê?] e conseguisse sair de Columbia com o Booker.  
Ah, sobre a Little Sister. No começo, Lizbeth pensou que ela havia morrido. Mas então uma versão do Booker que só existe dentro da cabeça dela [Lizbeth é esquizofrênica, loko] afirma o contrário e o objetivo passa a ser salvá-la. No meio-tempo Elizabeth trabalha pro Atlas, pro Suchong e até meio que pro Andrew. No fim das contas, Lizbeth é morta pelo Atlas [maldita ;-;] e, reganhando seus poderes por um breve momento, consegue rever o futuro, no qual Jack salva um grupo de Little Sisters, sendo Sally uma delas.

LIZBETH NÃO MERECIA UM FINAL TÃO CRUEL.
O pior de tudo é que ela tava se redesenvolvendo. Toda essência de Elizabeth que ela perdeu nos momentos finais do jogo principal estavam sendo recuperados. Ela estava se arrependendo. Ela reconhecer Booker como seu único amigo. Ela voltou a ter aquela aura cativante, mesmo que sua personalidade ainda fosse bem mais... gótica e emo.
Ela merecia ir para Paris e viver feliz. Com ou sem Booker, foda-se.
Mas não.
Ela morreu de uma forma fria e cruel.
Em Rapture.
Em plena guerra civil.
Numa Rapture decadente e monstruosa.
E ali foi enterrada.
É, até que o nome do DLC faz sentido...

MAS FODA-SE, EU EXIJO "RESSURRECTION AT PARIS" E.E
Mas a Irrational acabou. Bioshock acabou. Elizabeth acabou.
Minha vida acabou ;-;

Apesar de tudo, o DLC foi ótimo, principalmente o Episódio 2 com seu modo stealth. Correr dos splicers é bem mais interessante que quebrar o pau de frente, hah.
Continuo com minha nota; juízo final: 09/10
Responder
 #6
Eu ainda jogo Pokemon Platinum.
vlw
Responder
 #7
Jogando WoW loucamente.

Ninguém se interessa né?

Okayface.
Responder
 #8
(09/04/2014, 22:12)Best Escreveu: Jogando WoW loucamente.

Ninguém se interessa né?

Okayface.

Eu me interesso se você pagar meu mês pra mim.
Responder
 #9
Para de ser pobre quinze reais tu acha na rua.
Responder
 #10
Jogando Digimon World :3
fiquei puto do Garurumon virar MetalGreymon e não MetalGarurumon (que não tem no jogo) mas td bem =/
fiz só 18% do jogo ainda hsuahsaushuahsu

btw, só não jogo WoW pq não roda aqui ='/
Responder
 #11
Aqui é rondado de maconhomendigo, nem rola achar : /
Responder
 #12
Tirando Lol, jogo Bioshock e Farm Heroes (çapoha vicia).

Tá Precisando criar um tópico de Lol, já que dos 20 membros do fórum 25 jogam kkkk

Eu queria começar Wow, mas não tenho tempo pra um novo vício, digo, jogo.
Responder
 #13
Eu jogo CrossFire desde... sempre HAHA!
Mas acho que mais ninguém aqui joga. Tecnicamente falando, é igual PB, só que com um visual bem mais simplificado. Não tão escrotão igual o do CS, mas... é bem mais simples.
uma print pra verem como é (e também pra me gabar um pouco, já que matei 3/4 do time inimigo sozinho nesse round Icon_cool)
Spoiler:  
[Imagem: uMbC0wA.png]

Btw, a coisa mais legal dele em comparação ao PB são os modos especiais.
- Modo fantasma: um time comum (que pode usar todas as armas), e o outro time é de ghosts. Eles só podem usar armas brancas, mas tem a vantagem de poder ficar invisíveis. É de longe o modo mais legal de se jogar (o meu clã Stealth.KGB é especializado nesse modo, tanto que até ganhamos um campeonato interno)
- Modo Mutante: um time de soldados e um time de mutantes. A cada round 1 ou mais jogadores começam como mutante e tem que infectar o resto dos jogadores.
- Modo Herói: igual ao mutante, mas esse tem um jogador entre os soldados que é escolhido aleatoriamente como Herói, um soldado estupidamente overpower, com um rifle fodão com lançador de granada.
- Modo Herói X: igual o modo herói, mas esse tem um mutante alienigena chamado "xeno", que é escolhido no ramdom. o objetivo é o mesmo dos outros (infectar os soldados), mas nesse aqui, quando sobrar 1, 2 ou soldados (depende de quantos jogadores tem na sala), eles podem se transformar em herói X, um soldado com 2 kukris (ou uma mulher com 2 machados dependendo da sala). Dos 3, esse é o mais legal :3

Atualmente não to jogando mais nada além disso. Tirando PB, mas esse eu só jogo quando o povo daqui vai jogar.
(se conta, também brinco um pouco naquele 2048 quando to moscando rsrs)

quem quiser, tem o link do instalador aqui:
http://br.cfpatch.z8games.com/download/Crossfire_SA.exe

nick no jogo: Droko
Responder
 #14
esqueci de outros 2 modos

Modo zumbi: Como o nome já diz, você tem que matar uma caralhada de zumbis. Os rounds nesse modo são denominados "ondas", e cada vez que o time acaba com uma, vem uma maior HAHA!
São 20 ondas no fácil, 30 no normal e 31 no difícil. Ai falam: "ah, grande bosta esse difícil ae, tem uma onda a mais. Que difícil, uau". Calma!
Cada um deles tem um boss (leia-se um zumbi foda pra cacete de matar). O do fácil é bem sussa, mas ele pode te matar rápido se tu bobear. No normal, o boss do fácil aparece também (no final da onda 20), e, na onda 30 vem mais um boss, que solta misseis. Esse é dificil de matar, mas se o time manja ele morre rápido. O modo difícil é exatamente igual o normal, não muda nada. Então... por que o difícil tem esse nome?
Bem, lembra que ele tem 31 ondas? Pois é... na onda 31 tem TRÊS BOSS pra matar ao mesmo tempo. É o do fácil (que fica muito mais rápido aqui), o do normal e uma versão enorme super overpower do boss normal e que solta uma rajada de misseis pra cada jogador, e é isso que fode tudo.

Modo batalha: O último e mais novo modo do cf. Pelo o que um amigo me contou sobre o sistema de jogo do LoL, eu diria que é bem parecido.
2 times de soldados se enfrentam, um de cada lado do mapa. Cada time tem um quartel, 2 torres grandes e várias torres pequenas. O objetivo é destruir todas as torres e depois o quartel. Nesse modo também tem as classes, que são tipo habilidades especiais pros soldados (lançar c4, missel, morteiro, granada de veneno e coisas assim). É bem legal de jogar, mas cada sala demora muito tempo pra terminar.
Responder
 #15
Esses dias eu estava jogando Killzone \o\
Senti falta de um bom Fps, e como meu pc não é bom para gaymes, resolvi usar meu PS2 mesmo :'3

O jogo é legal até, mas não gostei muito da jogabilidade, o personagem é meio lento para alguns movimentos
Como eu só queria jogar um pouco, nem me ati a coisas como história e personagens
Também não tive como avaliar as armas, porque meu jogo travou do nada ;A;
Mas percebi que tinham tiros secundários (Granadeira , 12 etc) e curti a Sniper, mas ela poderia ter um scope melhor e.e

Enfim , me deu um desgosto depois de ter perdido tudo o que eu fiz, duvido que volte a jogar..
Responder
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