Seishun Buta Yarou wa Bunny Girl Senpai no Yume wo Minai


Tópico em 'Temporada em Andamento' criado por Best em 09/10/2018, 00:44.
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9 respostas neste tópico
 #1
[Imagem: TVqnv5g.png]

Ficha técnica:

Título: Seishun Buta Yarou wa Bunny Girl Senpai no Yume wo Minai
Título alternativo: Sinônimo: Rascal Does Not Dream of Bunny Girl Senpai | Japonês: 青春ブタ野郎はバニーガール先輩の夢を見ない | Abreviatura: -
Formato: Série de TV
Gênero: Comédia, Escolar, Sobrenatural, Romance (segundo MAL)
Obra original: Light Novel
Estúdio: CloverWorks (Darling in the FranXX, Persona 5 The Animation)
Diretor: Souichi Masui (Hitsugi no Chaika, Sakura Quest)
Data de estréia: 04/10/2018
Previsão do número de episódios: -
Maiores informações: [Wikipedia (EN) | Wikipedia (PT) | MyAnimeList | AnimeNewsNetwork | AniList]

Sinopse MAL:  Puberty Syndrome—a rumored, mysterious syndrome that only affects those in their puberty. For example, a bunny girl suddenly appeared in front of Sakuta Azusagawa. The bunny girl's real identity is Mai Sakurajima, a teenage celebrity who is currently an inactive high school senior. For some reason, her charming figure does not reflect in the eyes of others. In the course of revealing the mystery behind this phenomenon, Sakuta begins to explore his feelings towards Mai. Set in a city where the skies and seas shine, Sakuta unfolds the meaning behind his bizarre encounters on women with the said syndrome.
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 #2
Damn, mesmo sabendo que era do autor de Sakurasou pensei que seria um ecchi nonsense, mas na realidade é muito bom mesmo! Os personagens, principalmente o protagonista, têm diálogos e personalidades muito legais. O tema da história tbm é muito massa!
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 #3
Episodio 2:
Caraca, é muito gostoso de assistir isso. A conversa dos personagens têm sarcasmos muito inteligentes, não tem aqueles cliches nas personalidades, a química entre os dois é linda gostosa demais, natural, existem poucos romances desse jeito. Tá sendo isolado o melhor da temporada. (Ela não vai se vestir de bunnygirl mais não? D; )
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 #4
PRIMEIRAS IMPRESSÕES: Episódios 1~3

<introdução sobre a obra + autor>

Fica bem fácil de saber que esse animê é baseado numa Light Novel, não fica? Digo, os sinais são óbvios: Um nome longo e que descreve (ao menos) metade da sinopse; Nome, aliás, que soa ridículo para qualquer pessoa que já não esteja acostumada com esse tipo de coisa; Uma garota bonita na capa em alguma situação inusitada; Estrutura em arcos que fica óbvio onde cada volume acaba e onde o próximo começa... Poderia ficar aqui por horas, mas meu papel nessa postagem é outro, né?

Sabe o que é importante sobre uma Light Novel? Seu Autor. E o da Novel que deu origem a este animê é um já bem conhecido pelos fãs de melodrama adolescente: Hajime Kamoshida. Esse japonesinho com cara de simpático já passou pelas Primeiras Impressões quando comentei sobre Just Because!, quase um ano atrás. Se você assistiu a última obra adaptada do homem, sabe exatamente o que esperar disso aqui.
O estilo de escrita dele continua o mesmo, só mudando o enfoque: Enquanto Just Because! se destacou por ser extremamente realista e pé no chão, Bunny Girl (que, desculpem, vou abreviar) parece ser uma primeira tentativa de trazer o sobrenatural para seu repertório.

E rapaz... Não é que ele está acertando em cheio?



<personagens e como elas interagem entre si>

Para explicar como que o nosso autor predileto consegue manter sua escrita "humanizada" enquanto parte para histórias além da compreensão humana, precisamos analisar justamente os humanos que estão inseridos nessa história: Suas personagens.
Basta olhar para trás, que você verá o histórico do cara com seus protagonistas: Tanto o Sorata de Sakurasou no Pet na Kanojo, como o Eita de Just Because! são farinha do mesmo saco. Apesar de terem suas próprias peculiaridades que conseguem distingui-los bem, eles tem um 'esqueleto' em comum: Sua boa vontade e bom coração, sempre buscando ajudar os outros, mas cercado por diversas camadas de ironia e sarcasmo, que vão sendo derrubadas (e, as vezes, reconstruídas) com o passar da trama.
Em Bunny Girl, ele repete a fórmula, e consegue fazê-la bem, mais uma vez. E o motivo é simples: Esse é o perfil mais genérico para um adolescente dos dias de hoje. É difícil errar quando você sabe exatamente onde quer acertar.

Já a garota, tem suas peculiaridades (até por conta de suas circunstâncias), mas também é convincente. Também é uma pessoa que você consegue imaginar sendo real, existindo e tendo problemas semelhantes aos que você vê na tela. E o jeito como ela reage, tanto ao mundo ao seu redor (já falo disso) como aos esforços do garoto, duas coisas que beiram o sobrenatural... É deveras realista. Você se surpreende com a racionalidade dela.


<ambientação, cenário e como as personagens interagem com o mundo>

A ambientação do mundo é a grande novidade da obra. Pela primeira vez, ele tenta fazer algo além de sua zona de conforto, e trás o místico pro palco principal. Fica claro que ele não tem muita experiência com o assunto, mas que está se esforçando para dar o seu melhor.
Ele explica a visão geral das coisas e deixa com que você preencha as lacunas com seus próprios pensamentos e ideais sobre o oculto... Mas cinco minutos depois, trás a personagem que é o bode expiatório da sua própria culpa, e tenta desmentir tudo.

Exatamente, essa analogia é perfeita: O autor queria escrever uma obra sobrenatural, mas sua racionalidade é muito arraigada ao seu jeito de redigir... Daí, para desencargo de consciência própria, ele fez questão de tentar racionalizar, equacionar e desmistificar qualquer aspecto que não seja cientificamente comprovável.
Talvez esse defeito acabe sendo uma de suas maiores façanhas, no final das contas. O clima que temos acerca desta tal "Síndrome da Adolescência" é justamente de mistério. É uma "doença" que não faz sentido algum para a "ciência tradicional", mas que, quando analisada psicologicamente por moleques de quinze anos, faz todo o sentido.

É a tal da "puberdade" sendo explicada em formato mais entretível. Ambas as personagens estão mergulhadas no oculto, em coisas sem explicação... Mas você consegue trazer todos os problemas que elas possuem para o âmbito de carne e osso. O real "inimigo" da série não é o fenômeno sobrenatural que é chamado de "Síndrome da Adolescência", mas sim o fenômeno real de se viver numa sociedade e de ver e experienciar as consequências disso.


<reclamar sobre física quântica e a fascinação dos japoneses sobre Schrodinger>

Agora, vem cá... O QUE ESSES JAPONESES TEM COM O SCHRÖDINGER E SEU MALDITO GATO? Desculpem a exaltação, mas francamente... Toda hora, o tempo todo, esse maldito experimento sendo citado e redesenhado e remodelado por animês e afins. E o pior de tudo? METADE DAS VEZES, ELES TÃO ERRADOS!
O Gato de Schrödinger é um experimento criado pelo cientista de mesmo nome para mostrar justamente... o quão ABSURDO é o conceito por trás da Mecânica Quântica. Mas parece que gostam de citá-lo como uma fonte de razão e de racionalidade sempre que possível... E não é isso... Não assim... Não desse jeito...

Desculpem o desabafo.


<parte técnica>

Voltando a programação normal, podemos falar da parte técnica, que vejam só, não está decepcionando nem um pouco! A animação é do estúdio CloverWorks (que fez relativo sucesso recentemente com Darling in the FranXX); tem direção de Souichi Masui  (que já tem um bom tempo na indústria); Destaque também vai para Satomi Tamura, que fez os excelentes Designs de Personagens, e participou da animação dos primeiros episódios.
O visual é lindo, as personagens são muito bem desenhadas e se envolvem perfeitamente com o mundo (também belamente desenhado) em que estão. Até os figurantes e personagens de fundo, que muitas vezes são ignorados (ou renderizados em 3D) acabaram ficando bons. E a trilha sonora não deixa a desejar, sendo perfeita para todas as ocasiões, quase todas as vezes.

<considerações finais>

No mais, fica claro que Bunny Girl é muito mais do que aparenta ser, e que trás muito mais do que seu título poderia te fazer imaginar. É, literalmente, um livro que não se pode julgar pela capa, e parte disso se reflete até na própria trama do show. Sinceramente, não gostaria de me exaltar aqui, mas creio que, no mínimo, 8/10 para essa estreia é o que ela merece.
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 #5
Rascal does not dream of haruhi 4 e 5

Ah mano vai se foder
esse anime é bom demais meu irmãozinho

Mudamos de arco de uma forma até que bem suave. Não foi tão abrupto quanto normalmente esse tipo de novel é. Até fui pego desprevenido com o endless eight que durou 3 dias ali.

Inclusive, estou surpreso com a guinada que esse arco deu. Os fenômenos sobrenaturais acabaram logo no primeiro episódio, e foram só uma introdução pro problema. É exatamente o que eu tinha comentado antes, de os problemas das garotas serem a sociedade, e não o paranormal.

Tá certo que eu acredito que no próximo episódio isso deva voltar, mas ainda assim estou impressionado. O cara não larga o osso mesmo né.

Aliás, a nerd lá gosta do amigo do protagonista? Isso é tão... estranho. Esse tipo de personagem normalmente é deadpan 100% e não mostram esse tipo de interação. Fiquei feliz e surpreso.

E a Mai continuou relevante mesmo estando fora. Vamos ver como isso continuará com as outras garotas.
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 #6
Haruhi 6

AH MANO ESSE ANIME VAI SE FUDÊEEEEEEEEEEEEEE

eu fico muito puto com esse bagulho pq ele consegue ser ruim e bom ao mesmo tempo tipo vai tomar no cú com acento

Eu tinha certeza do que ia acontecer nesse episódio, mas ainda assim eu fiquei apreensivo e puto quando aconteceu...
como conseguem fazer isso? Sinceramente

O arco fechou de uma forma surpreendente. DE VERDADE na hora que voltou pro jornal de futebol... EU FIQUEI "NOOOOOOO WAY WHAT THE FUCKKKK" mas até que fez sentido depois disso. Esse foi um final extremamente agradável pro arco que teve uma guinada mais pro triste.

E a garota "misteriosa" que aparecia tão suavemente na OP e que eu jurei que seria só o último arco... já apareceu. E ela é actually bonitinha.

Estou mais curioso pra ver qual vai ser a "explicação científica expiatória" dessa vez, do que pelo arco em si. Mas isso é bom, pq ele talvez me surpreenda.

Bão demais, odeio.
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 #7
Ragnarok the Animation 7

nossa, estou surpreso com o rumo que esse arco está tomando

toda vez eu acho que não vão conseguir me surpreender, mas vão lá e BAM me surpreendem como se não tivessem feito nada nos últimos 6 episódios.
vai tomar no cu

Eu achei que esse arco seria focado na garota de cabelo azul (QUE ALIÁS É A MINA DO PASSADO DO SAKUTA E EU NEM ME TOQUEI, ASSISTIR ANIMES SEMANALMENTE FOI UM ERRO), mas ela está parecendo que será mais uma ferramenta de roteiro do que heroína em si.
Acabamos focando na cientistazinha e puta merda, fiquei muito surpreso com o FINAL desse episódio. Todo o episódio foi interessante, mas nada que me abalasse. Agora o final... Fiquei boquiaberto.

Sério, cada semana que passa eu fico mais feliz com esse anime.
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 #8
Se eu fosse você 8 e 9

Primeiro sobre o ep8 e o arco da Futaba:

Fiquei impressionado (negativamente, nesse caso) com o fato do arco dela ter só dois episódios. Tipo, quê?
Quando o assunto é adaptação de Light Novels, eu já sou cético quanto a 3:1, que era oq tinha sendo feito nos dois primeiros arcos... Acho que 3:1 é um tempo apertado e que acaba forçando o diretor a cortar coisas e acelerar um pouco a adaptação. Acho que 1:4 é o ideal pra passar uma experiência mais fiel possível à novel.
Aí eles me aparecem com um arco de dois episódios? sério?

Digo, eu tenho que parabenizar o Diretor por conseguir fazer um arco inteiro em dois episódios e deixá-lo muito bom e interessante.
É só que como eu não li a novel, eu não consigo deixar de pensar que eu perdi MUITA COISA por ter assistido uma adaptação 2:1...

De qualquer maneira, o arco fechou de uma forma desconfortantemente satisfatória. Eu senti que faltou tempo, mas ainda conseguiram deixar legal e tudo se encaixou bem até. Quero ver como que a relação da Futaba com o amigo vai ficar, mas não acho que vai mudar em algo.


Aí o episódio 9, que começou um novo arco:

Eu realmente NÃO estava esperando por isso.
Incrível. Aquela história de sempre ser surpreendido continua sendo verdade. Dessa vez, positivamente.

Pela opening e etc, a guria loira parecia TÃO DIFERENTE. Acho que a função desse arco (parando pra pensar, de TODOS OS ARCOS, o objetivo do anime parece ser esse) é fazer a garota mostrar os seus verdadeiros sentimentos e derrubar as fachadas que tem.
Mas devo dizer que fiquei um pouco magoado de não ter visto a personalidade "natural" dela, antes.

Aliás, devo dizer que adorei a cena de introdução do problema, onde os dois estavam lá "ah putz que saco" e a irmã tava "MANO COMO VCS ESTÃO TÃO CALMOS????" kkkkkkkkkkk self-awareness sempre me pega.

Enfim, continua sensaciótimo.
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 #9
Se eu fosse vocÊ dois 10

ah não mano
sério que fecharam outro arco em 2 episódios?
E vão começar outro agora... oq significa que vão fechar MAIS UM em 2 episódios...
Sério, em 12 episódios eles adaptaram CINCO arcos... Isso é muita coisa bicho.

Independente da qualidade do produto final... Eu não consigo deixar de me sentir lesado.
Como eu falei no último post... O produto final está MUITO BOM. De verdade, eu estou AMANDO esse anime de uma forma que eu mal consigo descrever. Só que mesmo conseguindo encaixar tudo e deixar as coisas fazerem sentido... Ainda tem pontas soltas. Tem cenas que parecem desconexas e outras que parecem incompletas... DÁ PRA VER que tá corrido.
Mesmo ficando bom.

Aí entra aquela história de não conhecer o original. Mas isso eu já cansei de falar. Inclusive nem sei pq estou falando disso dnv hoje.

O episódio foi foda pra caralho. Acabou justamente do jeito que eu esperava. Inclusive foi mais interessante do que eu imaginava.
Gosto como eles desenvolvem a trama como um todo durante os arcos, e não só o que está acontecendo no próprio arco. Nesse episódio vimos finalmente a família (bem, ao menos o pai) do Sakuta, e tivemos um avanço na história da Kaede (que vai ser o arco final).

Agora algo que eu vi no twitter, dei risada, e realmente concordo... É a história da física quântica. O cara está ficando sem ideias pra descrever a síndrome da adolescencia via física quântica... Os dois primeiros arcos tiveram uma explicação bem mais detalhada, com termos científicos mais trabalhados e até nomes conhecidos (Gato de Schrodinger e Demônio de LaPlace)... Mas depois... O cara do twitter falou "o autor de Bunny Girl deve ter se arrependido tanto de ter feito essa história de quântica... 'pq não chamei de magia igual o nisio?' ele deve ter pensado".

E confeso que eu ri.

Bem, desabafos a parte... Eu não me importo muito, pois a essa altura do campeonato, a gente já se importa tanto com os personagens que acaba relevando essas coisas.
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 #10
O DIA QUE EU SAÍ DE CASA MINHA MÃE ME DISSE FILHa VEM CÁ 11

PASSOU A MÃO EM MINHA TOUCA DE PANDA
OLHOU EM MEUS OLHOS
COMEÇOU A FALAR

Mano, sinceramente quem deixou esse anime ser tão bom? Ele não deveria ser tão bom, puta merda.
Quando o episódio passado acabou com a "revelação do namoro" eu achei que ia dar uma treta pesadérrima... Mas eles conseguiram resolver de forma tranquila e rápida...
RÁPIDA DEMAIS.
TENHO CERTEZA QUE ISSO É CULPA DA ADAPTAÇÃO RUSHADA 2:1 AAAAA
Mas eu não vou reclamar dnv disso.

O que importa é que tivemos um episódio super wholesome (em sua maior parte) sobre a Imouto que sinceramente é uma das personagens mais fofas do ano.

Mas estou tenso com o final do anime... EU VOU QUERER MAIS E SEI QUE NÃO TEREI. ISSO ME DEIXA PUTO PEPEHANDS
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